AzimuTTe: Amgine
13 de Novembro de 2004
RELATO DE UM GRAND CHEROKEE SOBRE UM GRANDE DIA!
“Sguedno um etsduo da Uinvesriadde de Cmabgirde, a oderm das lertas nas pavralas não tem ipmortnacia qsuae nnhuema. O que ipmrtoa é que a prmiiera e a utlima lreta etsajem no lcoal cetro. De rseto, pdoe ler
tduo sem gardnes dfiilcuddaes... Itso é prouqe o crebéro lê as pavralas cmoo um tdoo e nao lreta por lerta...” Sndeo asism...
Nem clacualm as suaeddas que thnia de eatsr ccovnoso! Cmoo é bom o reconentro! E entanocrr nvoos copameianhros, tmabém! Se parsenem bem, já fizomes imaness pesaasates juotns, mas dsede Debrezmo do ano psasdao - lambrem--se da cinhamada até á catsaca? - que o meu dnoo não me lavavea a etses peiasoss. É um fcato que etse ano evtise qause srmepe doetne e sem cindoção ficísa que me pessirimte siar; os modécis por odne tenho padasso, adina não atercaram no ditiagnósco: em esçorfo, renssito-me diqualo que aidna néguinm sbae o que é. Mas... retsisi a etse dia!!! E sem grdane prarepação, pios nem seqeur leevi claçdao aropiprado. O bom foi ter timandero, não disedindulo o meu dnono, nem tnedo nedacesside de rerrceor à aduja de torreceis.
A vadrede é que etse etenvo tbamém foi mias praa os doons do que praa nós! E pacere-me que se diteravrim à bvara. Era vê-los a adanr, a cerror, a tarepr mentos e vleas, açabrados a áverros, adarrogas a croads, a praocrur enlopenves atrás das maotis, em cmia dos mocars, nos morus, e sei lá odne mias!
Doipes de agunls “movimentos sobre o produto pirogénico da destilação de certas madeiras resinosas e da hulha”, odne nem a luz do foarl chogeu praa nos iminalur, ciomas no que rtesa da Cvoa da Mroua.
Só não getosi mituo, qanduo, a pigánas tatans, e a cdaa prageam, se cemoraçam a pudenrarr no meu lobmo, usando-me cmoo setáricrea ou msea de talhabro praa upatrassalrem as terafas que lehs earm distribuidas... que caseirna!
Pnea foi que a nsosa veirdadarea hroa só tehna chagdeo ao enatrdecer; bem, flao por mim, que adeni pucoo na aeira, jatunenmte com mais três, pios não nos cseonmoguis cloar a niguénm, que tessvie psoto toads as paçes na odrem ccorreta. Ou molehr, nos piirmeros motres, adina aguélm o atavisva, mas à primeira vrgiaem... fooms à toa até à Vlea!
Tbémam, aeria... só sreve praa incmdooar e apalhatrar: vão spreme a otaneiar-nos, a cirrogir-nos e não daxeim que nos seltomos, idno praa odne nos apetece ir!
O bom ditso é que fooms açolmar mias cdeo... ou molher, eles farom, mas nós não; cemom ttano ou mias que o Pathfinder!!!!!! O dnoo adina lhe foi dar de lachnar, sob pnea de ele não calobroar!
Mas, diiza eu, com o ciar da nitoe, vieo a nsosa diservão e cguionsemos escatir as rados, dar tralhabo ás sespunsões e fezar geemr as ccaarças! Foi um sboe e decse veginortiso, mas dqualee que, nem esgrata a plee nem patre ndaa. Sbaem o que me etspanou? A qddtnaiaue de áuga que a mairioa dos noosss doons meetu...tatna, ttana, tnata, que até podmuos malhor as rdoas e mituo mias!!!
De rseto, faciram por pravor as casnhatas adassas, codamis à votla da figuoera, nmua niote fira com o laur a inilumar as radeçorceõs de UM GRANDE DIA.
Até saí da Feiguira com otura cozirnha... e aroga qeureo ver se risesto mias uns dias paar que os bnos votnes me lveem até ao cetrno!
Texto: Sandra e Manuel Araújo
Fotos: Vários autores