Egitânea - AzimuTTe Zero

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Egitânea

Todo-o-Terreno
AzimuTTe: Egitânea

04 de Março de 2006

   Como diria o povo, “De Espanha, nem bons ventos, nem bons casamentos”. Esta frase poderia servir de mote ao início do nosso passeio TT turístico “Egitânia”, no que à vertente meteorológica diz respeito. De facto, naquela manhã “os ventos” sopraram fortes e acompanhados de chuva intensa, em Alcântara, para lá da fronteira de Segura, em terras de Espanha. E foi junto à ponte Romana do século II, que os participantes do passeio foram reunidos e dali, fustigados pelo mau tempo, rumaram em direcção a terras lusas, com destino a Salvaterra do Extremo.

   Com um tempo ainda chuvoso foi dada a partida para este nosso passeio na zona da Raia. De Salvaterra do Extremo até à aldeia de Penha Garcia percorremos caminhos que se apresentaram com bastante água, tornando-os muito interessantes em termos de condução TT. Destaca-se a travessia de um ribeiro transformado pelas chuvas num “pequeno rio”, o que provocou particular emoção. Seguiu-se um conjunto de caminhos algo degradados pelas chuvas caídas, que levou a caravana até ao marco geodésico de “Pedras Ninhas”, subindo aos 529 metros. Pena foi o nevoeiro ter-nos impedido de desfrutar a paisagem.

    Chegados a Penha Garcia, a chuva fez um interregno para realizarmos o tradicional pic-nic de almoço. Na visita ao seu castelo foi possível avistar a barragem e os moinhos d’água, com uma beleza paisagística magnífica.

    De seguida, o “road-book” conduziu-nos até à aldeia histórica de Monsanto. Já sem chuva, foi possível efectuar a subida ao respectivo castelo, de onde se desfrutou a magnífica paisagem. Umas vez percorridas algumas ruelas da aldeia finalizámos a visita e partimos rumo à “Egitânia”, ou seja Idanha-a-Velha. Na antiga Egitânea visitámos, entre outros locais de interesse, o “Lagar de Varas”, a torre dos templários e as imediações da “Sé Catedral”. Nesta última não foi possível conhecer o interior, dado o “avançado da hora” na opinião do “turismo local”.

  Um passeio AzimuTTe só fica terminado após o jantar, que decorreu em Idanha-a-Nova no restaurante “Espanhol”, onde fomos bem recebidos.

Texto: João Veríssimo
Fotos: Vários autores
 
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